Sailor Moon Crystal Act. 4: Masquerade Dance Party

Essa é uma trágica história de amor, oriunda da mitologia grega, do qual Naoko Takeuchi extraiu o argumento para a trama principal de Sailor Moon, que retrata uma história tão trágica quanto, da princesa Serenity e do príncipe Endymion, que não foram permitidos ficarem juntos, renascendo então no século XX como Usagi Tsukino e Mamoru Chiba, onde poderiam ter mais uma chance, embora não guardem memórias claras da vida passada. Como se pode ver, a premissa central de Sailor Moon é tudo o que há no mito de Selene(significa claridade ou luz), deusa da lua. Seu mito é relacionado ao amor, aos enamorados – a lua que tanto inspira os poetas e apaixonados, que faz companhia aos solitários. O fascínio pela lua (dica: Pocket #17: A Lua & Os Animes) reflete o amor que ignora obstáculos vários, o amor apaixonado que é cego e febril, o desejo de sentir, de estar juntos, de suspiros e dores. No mito, a lua e o pastor estavam juntos, mas sozinhos, distantes um do outro.  No amor há a necessidade de estar juntos, nos momentos difíceis e alegres, fazendo memórias.
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Ai City (1986) – Terror em Love City

Na sequência de abertura de Ai City, há três pessoas dentro de um carro; o bêbado e detetive particular Yoshioka Leiden (Nachi Nozawa), a garotinha Ai (Yuki Uedae seu pai Key (Hirotaka Suzuoki), perseguidos por uma gangue de motos. Yoshioka não sabe por que está ali no meio daquela perseguição. Muito menos nós. Você deve estar imaginando que está okay, que no decorrer do filme iremos entender o motivo… Na verdade, não. Tire isto da cabeça.
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Je t’aime (2010) – Mamoru Oshii

Je t’aime (Te Amo, em francês), que fez sua estreia no 34º Annecy Animation Film Festival da França, em 2010, é um curta-metragem que nasceu da colaboração entre Mamoru Oshii (filmes da série Ghost in the Shell) e a banda de rock japonesa Gray. O curta é um vídeo promocional para o décimo primeiro álbum do Gray, também lançado em 2010, com a música ‘Satellite of Love’ se tornando a canção tema do projeto – devo dizer que foi uma escolha bem apropriada, tendo melodia e letra em um timing envolvente com a animação. Je t’aime passou a ser vendido juntamente com a edição limitada do álbum, que também contava com um DVD de performances ao vivo da banda.
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Sailor Moon Crystal Act. 3

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Assim como para muitos, Rei Hino, a Sailor Mars, é a minha Sailor preferida. Ela é uma personagem forte, sem que isso afete sua feminilidade. Ela não é uma personagem feminina com características masculinas. Eu acho isso legal porque mostra que garotas podem ser proativas, independentes, fortes e saberem se defender mesmo usando saltos, sendo vaidosa, adorando maquiagem e etc. Que isso não a faz acéfala/fútil ou incapaz. Da mesma forma que eu adoro personagens como Satsuki e Ryuuko, de Kill la Kill (para o roteirista, elas serem garotas é indiferente. Na verdade, elas serem garotas, soa mais como conveniência, como o mesmo chegou a declarar), por saber que não é o gênero que irá definir sua postura e que não é por ser garota que você precisa ser delicada, mas também é bom ver personagens como a Rei.
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Aldnoah.Zero #06 – Island of Memory

Eu não sei. Talvez eu esteja sendo afetada pelo fato de Slaine ser um personagem que despertou meu fascínio e torcida, mas o final desse episódio me deixou com um sorriso repleto de dentes na face. Momento catártico, quando Femieanne está prestes a dar o golpe fatal nos terráqueos – que dessa vez não contavam com uma carta na manga de Inaho –, tudo parece estar perdido para eles, quando surge Slaine como elemento não tão surpresa assim e mais uma vez salva sua princesa da morte certa. Não é um clímax surpreendente, pelo contrário, mas a direção é eficaz ao emular uma atmosfera de catarse, que creio ser a primeira vez que consegue criar um timing catártico impactante. A mesma técnica já fora utilizada antes, mas não com a mesma eficácia.
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Zankyou no Terror #05: HIDE & SEEK

Esses dois últimos episódios de Zankyou no Terror se diferem substancialmente dos três primeiros, escrito por Shoten Yano – enquanto eles traziam a tona toda uma reflexão mais filosófica e um desenvolvimento sutil que sempre acrescentava algo à narrativa, sem que necessariamente isto significasse acelerar o andamento da história, os dois últimos escritos por roteiristas diferentes (Aoi Sayo no episódio 4º e Jun Kumagai no 5º) fazem um desenvolvimento mais obvio nas tramas que movem o enredo: reafirmação das motivações ambíguas da Sphinx, Lisa enfim dando um passo adiante, Shibasaki finalmente percebendo que não se trata de um atentado terrorista comum e fazendo conexões e, então, a última peça do tabuleiro se posiciona e dificulta que Sphinx atinja seus objetivos. Falo da bela e hostil Five, que para alcançar seus objetivos, não mede consequências.
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